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Quem quer ser um Milionário?

Atualizado: Mai 1




"Quem quer ser um milionário?", dirigido pelo inglês Danny Boyle, nos coloca numa Índia que é, ao mesmo tempo, progresso e miséria. País dividido pelas diferenças culturais e religiosas que, no entanto, como no Brasil, cultiva grande paixão pela televisão e seus programas de auditório. Alguns deles podem levar anônimos a fama em poucos episódios, fazendo com que não apenas se tornem celebridades instantâneas como também milionários do dia para a noite. Mas o filme surpreende desde o seu início ao deslocar, constantemente, a trama do programa de TV para uma delegacia de polícia, onde o mesmo Jamal está sendo interrogado e torturado. Ninguém consegue entender, entre os produtores do programa em que o jovem participa, como ele, muito menos preparado para a maratona de perguntas que alguns de seus antecessores, está conseguindo chegar próximo do prêmio máximo. Desconfia-se que há uma fraude acontecendo e, por conta disso, Jamal é preso às escondidas, antes do final de sua maratona televisiva no programa que poderá lhe fazer milionário num país de miseráveis, como ele mesmo.

Entre as imagens da tortura, que nos trazem as reminiscências de um país subdesenvolvido, dos cárceres sujos, com policiais e militares truculentos, a violência descabida e até os choques elétricos, alternadas com o estúdio de televisão impecável, o auditório cheio e vibrante, o apresentador engomado e sorridente (que torce na frente das câmeras por Jamal e ao mesmo tempo quer sabotá-lo para que não ganhe o prêmio e lhe roube os holofotes midiáticos). Viajamos no tempo e vamos entender como e porque o garoto pobre, discriminado, morador de rua conseguiu chegar ali e estar vencendo as perguntas uma a uma. E a beleza do filme então se apresenta realmente aos olhos do espectador. Beleza amarga, é certo, com imagens que misturam situações cotidianas trágicas com a comicidade própria da vida e que tantas vezes deixamos de perceber. Há drama e comédia, lágrimas e poesia. A trajetória de Jamal, desde menino, se embaralha diante de nossos olhos com a atualidade, trazendo a[crase] tela seu irmão Salim (Madhur Mittal) e a menina Latika (Freida Pinto), que o acompanharão até o momento do programa, como cúmplices e/ou carrascos... Para Refletir:

1- Países como a Índia e o Brasil estão entre os mais populosos do mundo e, também, entre aqueles que apresentam maior extensão territorial. O que os aproxima e o que os separa além das semelhanças de caráter geográfico? O que lhes permite sonhar com maior prosperidade e justiça social? Como fazer com que a Índia supere as divergências internas, de caráter étnico e religioso, e se torne um país em que a pobreza seja deixada para trás? 2- Ao assistir “Quem quer ser um milionário?” percebemos a força da televisão num país de dimensões continentais a influenciar o comportamento individual e coletivo. É possível traçar paralelos entre o que ocorre no filme e a realidade brasileira? Em se pensando nas mudanças ocorridas nos últimos anos, que estão modificando a forma como as pessoas assistem televisão, migrando da transmissão convencional para o streaming, o processo de influência dos produtores de filmes, novelas, reality shows, telejornais e outras realizações continua o mesmo ou se modifica?

3- O personagem Jamal, proveniente das ruas miseráveis da Índia se torna uma celebridade nacional e pode se tornar um milionário da noite para o dia. Como a mídia televisiva transforma a vida das pessoas, fazendo-as passar de anônimos para pessoas conhecidas por todos e que consequências isso traz para a vida destas pessoas? Já parou e pensou a respeito disso? Consegue se lembrar de casos assim ocorridos no Brasil? Retirado do site https://www.plannetaeducacao.com.br/ O filme é uma grande lição, aos nossos desejos e o preço que pagamentos para ter poder e posição. Será que vale a pena a Longo prazo? Com certeza temos um padrão de acontecimentos que mostramos em nosso treinamento, se você repetir um padrão você terá sempre os mesmo resultados. Ao decorrer da vida, por meio das decepções, das injustiças, acabamos abandonando muitos valores e virtudes que tínhamos quando eramos crianças. Por isso, ter propósito é fundamental em nossa vidas. Pois é fácil ser bom, vivendo em Copacabana, ganhando 50 mil por mês; quero ver ser bom com 3 filhos, desempregado, vivendo em uma favela, sendo agredido pela polícia e sociedade. “Abençoados sejam aqueles que são bons para os outros.” Fica a indicação desse filme, de produção indiana incrível. Eduardo Mentes Poderosas

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