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Lições que podemos aprender em Doador de Memórias

Atualizado: 1 de Mai de 2020



Quando não existe memória, a liberdade é apenas uma ilusão.

O Doador de Memórias se passa em um futuro (ou não), onde a humanidade resolveu se desfazer de todas as memórias que construíram o mundo que conhecemos, desde guerras até uma simples música; e viver de uma forma mecânica, onde não haveria desigualdade, preconceito, depressão, morte… Mas também não haveria felicidade, amor, diversão, descobertas e nem sequer cores! É nessa sociedade “perfeita” que a história de O Doador de Memórias se desenvolve. Nessa sociedade "distante" você não escolhe sequer sua profissão, tudo já nasce traçado. Quando não temos liberdade, como podemos valorizar a vida? A crítica é igual a de hoje, onde há o julgamento de todos por todos e a coragem de conhecer o desconhecido é desencorajada; inclusive, com penas que podem levar até a morte. Os anciãos, assim como os juízes de hoje, decidem como querem sem nenhum tipo de restrição; com toda sua autoridade e como bem querem; mostrando nenhuma diferença aos dias de hoje. A sociedade não questiona, pois adora violência e ama chamá-la de justiça, que consiste tanto em vingança quanto em estratégia de dominação. Jonas se vê num dilema quando descobre tudo o que foi tirado das pessoas e não consegue aceitar que a sociedade deve ser daquela forma. É a hora dele tentar devolver a humanidade às pessoas, recuperar a história que foi apagada e dividir com os outros as sensações que acabou de descobrir, mas… Será que ele deve? O que você faria? Aceitar o sistema perverso, ou lutar com propósito? Aquele que está despertando para o mundo já vê tanta beleza que é capaz de lutar pela vida! Então, o que nos impede? Não há ficção nesse filme; desde o controle de pessoas por medos, remédios, e o apagar de suas memórias. O filme é atual e nos faz repensar o que estamos vivendo no Brasil, onde estamos perdendo todas as memórias. Toda evolução está onde não sabemos que sabemos;

Aceitar a incerteza é única forma de evoluir;

Raiva, ódio - é tudo falta de aceitação das pessoas como ela são.

Medo - é a falta de aceitação de como nós somos.

Fé - é ver além atrás dos muros e nuvens.

Tudo tem um propósito.

Quanto mais diferença fizermos na vida da pessoas, mais julgados e perseguidos seremos. Grande Abraço, Eduardo Milioli

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