Como preencher?

 

Passo 1

https://www.innocencebrasil.org/relate-um-caso

Passo 2

Clique Formulário e preencha seus dados

Passo 3

Dados do Condenado

Eduardo Milioli da Silva

12/01/1980

Santa Augusta

Passo 4

Número dos processos?

0900310-82.2017.8.24.0020 , 0900490-98.2017.8.24.0020

Quais Crimes foi Condenado?

Peculato

Qual Vara proferiu a sentença condenatória (ex: 3ª Vara Criminal de Santos)?

2ª Vara Criminal de Criciúma

Qual Tribunal e Câmara julgaram a apelação? (ex: 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo) 

3ª Câmara Santa Catarina

Quando foi julgado o último recurso no processo? Qual foi esse recurso?

28/01/2020

Existe algum recurso que ainda aguarda julgamento? Sabe qual é esse recurso e em que tribunal ele está tramitando?

Sim. 3ª Câmara.

Foi proposta Revisão Criminal em favor do condenado? Já foi julgada?

Não foi proposta. Os advogados são ruins. 27 presos, e 26 inocentados.

Qual foi a pena aplicada pela sentença condenatória? E a pena aplicada depois do julgamento dos recursos? 

8 anos e 11 meses e mais 3 anos e meses. E tem mais 2 processos, porque eles dividiram um processo em 4.

 

Total de tempo que ficou ou está preso (incluir período de prisão em flagrante/preventiva)

Aproximadamente 2 anos, sem qualquer julgamento.

 

Quais foram os advogados durante o processo? Existe hoje algum advogado atuando em nome do condenado no processo?

Você nos autoriza a entrar em contato com os advogados antigos ou atuais do condenado, se acharmos necessário obter mais informações sobre o processo? Em caso positivo, favor indicar os contatos daqueles que deseja que procuremos.

Ivo Carminatti +55 48 8843-2260

e Hélio Rubens Brasil +55 48 9980-9973, sim autorizamos.

Além do processo em que a condenação injusta foi proferida, responde ou respondeu a algum outro processo criminal? Está cumprindo pena também por esse outro processo? Em caso positivo, informar número, vara, e total da pena aplicada nesse outro processo (ou processos).

0900763-77.2017.8.24.0020 , 0900640-45.2018.8.24.0020  eles dividiram o processo em 4 para prejudicar ainda mais.

 

Você ou alguma outra pessoa tem cópia integral ou parcial do processo em que o inocente foi condenado? 

Sim.

Você nos autoriza a pedir na Justiça, em seu nome, sem procuração e sem nenhum custo, cópia integral do processo em que foi injustamente condenado? (A obtenção de cópia será exclusivamente para realizarmos uma análise preliminar do caso, com o fim de verificar se ele preenche os requisitos de atuação do Innocence Project Brasil)

Sim.

 

O condenado é inocente? 

Sim.

 

Explique o que realmente aconteceu (não importa aqui o que o condenado falou na polícia e na justiça, e sim o que aconteceu de verdade).

 

Eduardo Milioli, Presidente de Ong e ativista. Critico político, e atende a comunidade de extrema pobreza, é Coach de sucesso. Muitas denuncias foram feitas pelos atendimentos a comunidade, e essas denúncias afetaram pessoas importante e influentes, políticos, promotores e policiais.

Sendo ameaçado de morte por diversas vezes, foi ameaçado que seria preso e começou a perseguição. Tudo que ele abria eles fechavam em seguida, até fazerem uma operação, colocando ele e mais 27 pessoas na cadeia. Prenderam toda a família dele; sua mãe, amigos, e ameaçaram eles dizendo que precisavam de informações contra ele.

Mantiveram eles presos e em 5 dias todos foram soltos. Menos ele, que ficou 7 meses até ser ouvido pela primeira vez. Continua em prisão domiciliar sem poder trabalhar, viajar e fazer qualquer função. Por mais 2 anos.

A condenação é que os funcionários trabalhavam em lugares de campo que não podia, mas sabemos que pode, pois tem autorização. O processo foi todo fraudado, todas as testemunhas favoráveis. Eles abusaram de poder, querem condenar e a perseguição só aumenta.

Toda semana sai matéria em jornal, TV e radio, perseguição total.

Ele está imprimindo e entregando o CD com depoimentos a toda comunidade e empresários. É revoltante tamanha injustiça.

"Peculato moral" (do que foi acusado) é vergonhoso.

 

Essa foi a versão que o inocente condenado contou nos seus interrogatórios na polícia ou na justiça? Caso contrário, qual foi, em resumo, a versão que foi contada? Por que foi contada uma versão diferente da realidade?

Sim.

Data do crime

27/07/2017

Em resumo, qual foi a tese da acusação? O que o Ministério Público falou sobre a participação do inocente condenado no crime?

Ele agiu com esforços para que ele ganhasse notoriedade, para ganhar prestigio no seu trabalho com treinamentos.

 

Em quais provas o Ministério Público se baseou para pedir a condenação?

Sinceramente, nenhuma. Fizeram um relatório falso do Gaecco, trocaram de juiz 5 vezes. O juiz que condenou nunca participou da sentença. Tentavam confundir o tempo todo todas as pessoas com perguntas que fugiam do processo.

 

 

A vítima e/ou testemunhas reconheceram o inocente condenado como autor do crime?

 

Sim. 

O estado reconhece o trabalho como melhor feito no Brasil, reconhece por escrito e verbalmente, inclusive com fala dentro dos processos. Todas as testemunhas também se deixam a disposição da Ong Innocence

 

O condenado conhece a vítima ou essas testemunhas? Sabe por que motivo eles podem tê-lo incriminado injustamente?

Não existe nos autos ninguém incriminando, processo se baseou em dúvidas de pessoas que nem poderiam ter as informações.

Foi produzida alguma prova da inocência do condenado?

Sim.

 

Alguma testemunha, de acusação ou de defesa, afirmou a inocência do condenado ou colocou em dúvida a ocorrência do crime ou a sua participação nele?

Sim, todas!

O juiz ou tribunal impediu a defesa do condenado de produzir ou apresentar no processo alguma prova que poderia demonstrar a sua inocência? O que foi alegado para esse impedimento?

Sim, eles entregaram o material 1 ano depois da sentença. Não deixaram ouvir os áudios, e não deixaram acompanhar alguns depoimentos.

Existe alguma prova da inocência do condenado que não foi apresentada no processo? Por quê? Essa prova foi obtida ou conhecida depois da sua condenação? Como a existência dessa prova chegou ao seu conhecimento? 

Todas aparentemente consta nos autos, apenas não quiseram ser vistas grosseiramente. O juiz usou apenas falas sem sentido de interrogatório, e não usou nenhuma fala em juízo.

 

Caso existam testemunhas da inocência do condenado, elas estão dispostas a conversar conosco? Em caso positivo, favor indicar nome e contato delas.

Renan Conti - 48 9660-3873

Cassia Regina - 55 48 9931-7958

Jeanine Miranda - +55 48 9151-1202 (filha do policial)

Sandra Regina – 48-999752424

Célio Vicente - +55 48 9619-1421

Natanael da Cunha Viana - +55 48 9625-7840

Sabrina - 55 48 9850-3763

Paula Gregorio - +55 48 9667-9154

Klaire - +55 48 9902-5907

Marcio MDJ - 55 48 9958-1837

Tamarindo -  +55 48 9171-3752

Eraldo - +55 48 9142-3163

Monica - +55 48 9182-0691

Maria - +55 48 9138-4110

Julia Durant - +55 48 9610-0973

Carlos Henrique -  +55 48 9189-1562

Fernando - +55 48 8811-1963

Fernanda Rosalino - +55 48 8811-1963

Maria Zelia - Fernando

Nilson Rabello - +55 48 9999-5828

 

Você sabe ou desconfia de quem possa ter sido o verdadeiro autor do crime, caso ele tenha ocorrido? Como sabe, ou com base em que desconfia?

Não ocorreu nenhum crime.

Em algum momento o inocente condenado confessou ter cometido o crime? Quando isso aconteceu? Ele assinou essa confissão? Por que confessou mesmo sendo inocente?

Não.

Em algum interrogatório, na polícia ou em juízo, o inocente condenado ficou em silêncio? Em caso positivo, por quê?

Falou quando teve a chance de falar.

Você gostaria de fazer algum comentário adicional?

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